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Covid-19: médico suspeito de filmar pacientes passa para prisão domiciliar

Fábio Lima Duarte, de 37 anos, teve sua prisão preventiva convertida em domiciliar por fazer parte do grupo de risco para o novo coronavírus (Covid-19)

O médico Fábio Lima Duarte, de 37 anos, é suspeito de filmar pacientes, incluindo crianças e adolescentes, teve sua prisão preventiva convertida em domiciliar por fazer parte do grupo de risco para o novo coronavírus (Covid-19).

O advogado dele, João Paulo Machado Rodrigues Cardoso, explicou que o médico estava preso preventivamente na penitenciária Nelson Hungria, na região metropolitana de Belo Horizonte, desde o dia 17 de junho do ano passado. Ele passou para prisão domiciliar no último dia 31 de março.

O médico ainda não foi condenado pelos crimes que é suspeito e por isso estava em prisão preventiva que durou aproximadamente 11 meses. De acordo com o defensor, Duarte está no grupo de risco para a Covid-19 , mas sua comorbidade não será revelada por fazer parte do processo que tramita na Justiça.

O médico está em prisão domiciliar com monitoramento de tornozeleira eletrônica e segundo o advogado, ele precisa seguir algumas regras que são: “permanecer nos  limites de sua residência; proibição de manter contato, mesmo em sua residência, com criança ou adolescente; proibição da pratica qualquer ato do exercício da medicina; proibição de acesso à internet. Para fins de fiscalização da medida anterior, deverá conceder, a qualquer tempo, livre acesso às autoridades a seus equipamentos de informática ou de comunicação, bem como fornecer a senha de acesso a esses equipamentos quando solicitado”.

O médico já foi preso por três vezes, entenda:

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Primeira vez. A investigação contra o médico começou em meados de 2018, após uma denúncia. Ele foi preso pela primeira vez em 31 de outubro de 2018, na casa dele, na Pampulha e solto em dezembro, depois ter sido beneficiado por um habeas corpus.

Segunda vez. Depois de um pedido da Polícia Civil, o médico foi preso pela segunda vez em 20 de fevereiro de 2019. Em abril, do mesmo ano, ele teve a prisão revogada em primeira instância e estava solto desde então.

Terceira Vez. Já no dia 17 de junho de 2019 o médico foi preso pela terceira vez por agentes da Polícia Federal (PF) na casa dos pais dele. A Polícia Civil pediu a prisão dele, depois que um notebook de uso pessoal do médico foi apreendido. O eletrônico continha material de conteúdo pornográfico infantil e vídeos.

Fonte
O Tempo

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